

Bem-vindo ao XI Encontro Paulista de Psicologia Política, um espaço dedicado ao debate e à reflexão sobre os desafios contemporâneos da Psicologia Política.
Sobre o Encontro
O XI Encontro Paulista de Psicologia Política é um evento que congrega pesquisadores e profissionais dedicados ao estudo interdisciplinar da Psicologia Política. Originado do Grupo de Estudo e Pesquisas em Psicologia Política, Políticas Públicas e Multiculturalismo (GEPSIPOLIM) da Universidade de São Paulo, o encontro visa disseminar conhecimentos nesta área, promovendo um espaço para troca de saberes e fortalecimento de redes científicas. O evento também busca fomentar diálogos entre a academia e os movimentos sociais, contribuindo para a transformação social e a consolidação da democracia.
Submissões
Normas
Resumo Expandido
No momento da inscrição os trabalhos deverão ser identificados com o eixo escolhido, título, autores, 5 palavras-chave e o resumo (entre 500 e 1500 palavras). No resumo siga o formato (Introdução, Objetivos, Referencial Teórico, Metodologia, Resultados e Considerações Finais).
O prazo final para Submissão de Trabalhos para os grupos temáticos é até o dia 31/08/2026.
Podem apresentar propostas pesquisadores(as), estudantes de graduação, mestres(as), doutores(as), desde que com trabalhos relacionados aos GTs.
- Trabalhos com no máximo 6 autores.
- Serão aceitas propostas em Português e Espanhol.
- Cada autor poderá submeter até 2 resumos.
Data prevista para divulgação da lista dos resumos selecionados para apresentação: 15 de outubro de 2026, na página oficial do evento.
Para garantir a viabilidade operacional e a qualidade acadêmica do evento, considerando o número de submissões de resumos, a Comissão Científica poderá fundir GTs.
Os resumos expandidos apresentados serão publicados nos Anais de Resumos do Evento.
Os certificados serão encaminhados por e-mail.
Apresentação dos trabalhos:
Cada expositor disporá de até 15 minutos para uma apresentação oral, por meio de slides no eixo escolhido. O tempo restante será destinado ao debate com o público.
Cabe sinalizar que cada GT terá um coordenador que será o responsável por realizar a abertura do grupo, apresentar cada expositor, administrar o tempo de apresentação e liderar a discussão (perguntas ou comentários do público) no final de cada apresentação.
ENVIE SEU TRABALHO CLICANDO ABAIXO:
Produções Culturais e Artístico-Estéticas
As pessoas interessadas em apresentar produções culturais artístico-estéticas deverão realizar sua inscrição por meio do formulário disponibilizado pela organização do evento.
Esta chamada versa exclusivamente sobre o envio de produções culturais e produções artístico-estéticas que dialoguem com os campos da Psicologia Política e com o tema do XI EPPP. Serão aceitas obras, intervenções, performances, ensaios visuais, produções audiovisuais, produções sonoras, narrativas artísticas, expressões literárias, exposições, produções digitais, manifestações culturais, experiências comunitárias, práticas de memória, linguagens híbridas e demais formas de criação artística e cultural com viabilidade de execução. Não serão aceitos trabalhos que não tenham viabilidade de execução, que não dialoguem com o tema do evento ou com psicologia política e não serão aceitos nesta modalidade artigos científicos, resumos expandidos, trabalhos completos, relatórios de pesquisa ou quaisquer modalidades de produção acadêmica convencional. Inscrições até dia 10/08/2026
Edital abaixo e template de inscrição:
Inscrição para ouvintes: ATÉ 09 DE DEZEMBRO
Não há taxa de inscrição!

COMISSÃO ORGANIZADORA:
PRESIDENTAS
Bárbara Cardoso da Costa Santos - USP
Priscilla Claúdia Pavan de Freitas - USP
PRESIDENTA DA COMISSÃO CIENTÍFICA
Urá Martins - GEPSIPOLIM USP
AVALIADORES:
-
Alex André Vargem (PUC-SP)
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Dr. Alex Espinoza Verdejo (UTA-CHILE)
-
Dra. Alessandra Turini Bolsoni-Silva (UNESP)
-
Dr. Alessandro Soares da Silva (USP)
-
Dra. Aline Reis Calvo Hernandez (UFRGS)
-
Dr. Aluísio Ferreira de Lima (UFC)
-
Dr. Antonio Euzébios Filho (USP)
-
Dra. Beatriz Borges Bambrilla (PUC-SP)
-
Dra. Bibiana Graeff (USP)
-
Dra. Bruna Suruagy do Amaral Dantas (MACKENZIE)
-
Dr. Caio Monteiro Silva (PUC-PR)
-
Dr. Caio Penko Teixeira (USP)
-
Dra. Cândida Maria Bezerra Dantas (UFRN)
-
Carla Aparecida Ventura (USP)
-
Dra. Carla Moura de Paulo (SENAC SP)
-
Dra. Carolina Moll Cerizola (UDELAR-URUGUAI)
-
Dra. Cecília Pescatore Alves (PUC-SP)
-
Dr. Domenico Uhng Hur (UFG)
-
Dr. Eduardo Caldas de Lima (USP)
-
Dr. Elio Rodolfo Parisi (UNSL-ARGENTINA)
-
Dra. Elizabeth dos Santos Braga (FEUSP)
-
Dr. Ernesto Pacheco Richter (PREFEITURA SP)
-
Dr. Fábio Ortolano (SENAC-SP)
-
Dra. Graziela Serroni Perosa (USP)
-
Dr. Guilherme Borges da Costa (ESPM-RJ)
-
Dr. Gustavo Menon (UCB)
-
Dra. Heloiza Tozato (USP)
-
Dr. Ivan Omar Godoy Flores (UTA-CHILE)
-
Dr. José Alves Filho (UFPA)
-
Dr. José Fernando Andrade Costa (UEFS)
-
Dr. Juan Carlos Romero (UTA)
-
Dr. Juracy Armando Mariano de Almeida (PUC-SP)
-
Dra. Lara Brum de Calais (UFES)
-
Dr. Leandro do Amorim Rosa (UFAC)
-
Dr. Luis Fernando de Oliveira Saraiva
-
Dr. Marlécio Maknara (UFPB)
-
Dra. Márcia Prezotti Palassi (UFES)
-
Dr. Martin Jayo (USP)
-
Dra. Maria Aparecida Cunha Malagrino Veiga (UFSCAR)
-
Dr.ª Maria Laís dos Santos Leite (UFCA)
-
Dra. Priscilla Cláudia Pavan de Freitas (USP)
-
Dr. Paulo Roberto da Cunha Cavalcanti de Almeida (UNICEUB)
-
Pedro Daniel Ferreira (UPORTO)
-
Dr. Renato Barboza (ISAUDE)
-
Dr. Renan Rocha (UNIFESP-SANTOS)
-
Dr. Ricardo Santhiago Corrêa (UNIFESP)
-
Dr. Rodrigo Toledo (USCS)
-
Dra. Rosângela Araújo Darwich (UNAMA)
-
Dr. Salvador Antonio Mireles Sandoval (PUC-SP)
-
Dr. Samuel Cabanha (UNIOESTE)
-
Dr. Sílvio José Benelli (UNESP)
-
Dra. Soraia Ansara (USP)
-
Dra. Telma Regina de Paula Souza (USP)
-
Dr. Vinicius Furlan (UFOL)
COMISSÃO COMUNICAÇÃO E ARTÍSTICO:
Carlos Alberto Cinquegrana Junior - (USP)
Jéssica Campos - (USP)
Lorena Pellegrini - (UFF)
Larissa Pacifico Homem Turco - (USP)
GRUPO ORGANIZADOR:
GEPSIPOLIM EACH USP
Grupos de trabalho
GT 1: Leituras sociopolíticas das resistências democráticas.
COORDENADORAS: Patrícia Karchiloff e Fernanda Lima
O grupo tem como objetivo refletir acerca das emoções que estruturam as ações coletivas e fortalecem as memórias coletivas, configurando articulações de resistência que produzem narrativas de justiça, espaços de voz, proposições de políticas públicas e identidade grupal. Considerando que a Psicologia Política permite analisar esses fatores nos movimentos sociais de resistência, seja como resposta a ameaças autoritárias, seja como resistência ancorada na própria memória coletiva dos grupos afetados, serão aceitos trabalhos com essa temática.
GT 2: Violência Estatal, Securitização e os Novos Imperialismos: Dinâmicas de Controle e Resistência.
COORDENADOR: Samuel Cabanha.
Este Grupo de Trabalho tem como objetivo reunir reflexões teórico-críticas que problematizem as múltiplas formas de violência de Estado, os processos de radicalização política, os extremismos contemporâneos e as novas configurações dos novos imperialismos em escala global e local. Interessa-nos compreender os impactos psicossociais desses fenômenos sobre sujeitos, coletividades e instituições democráticas, bem como suas relações com racismo, colonialidade, xenofobia, militarização, criminalização de grupos sociais e violações de direitos humanos. Serão aceitos trabalhos fundamentados em diferentes perspectivas teóricas e metodológicas que contribuam para o debate no campo da Psicologia Política e áreas afins. Para otimizar a submissão dos trabalhos, sugere-se o enquadramento nos seguintes eixos temáticos: i) Violência Estatal, Práticas Punitivas e Criminalização: aparatos repressivos, necropolítica, encarceramento em massa e seletividade penal; ii) Securitização do Cotidiano e das Fronteiras: segurança nacional, militarização dos territórios e controle migratório; iii) Novos Imperialismos e Acumulação por Espoliação: dependência, neocolonialismo, conflitos geopolíticos, expropriação de terras e violações de direitos de populações tradicionais.
GT 3: Psicologia Política da (des)informação.
COORDENADOR: Marcel Alves Di Ângelo.
Este Grupo de Trabalho (GT) tem como objetivo investigar o fenômeno da desinformação e os impactos da inteligência artificial compreendidos não apenas em suas dimensões técnicas e factuais, mas fundamentalmente como processos psicopolíticos complexos. O GT propõe analisar como a produção, a circulação e a aderência a narrativas falsas — bem como o uso de tecnologias para prever e direcionar comportamentos — viabilizam-se na intersecção entre a subjetividade humana e as macroestruturas de poder. Adotando paradigmas críticos da Psicologia Política, em especial das perspectivas do Sul Global e latino-americanas, o espaço busca problematizar de que forma as dinâmicas sociais, as desigualdades materiais e os contextos históricos moldam nossa relação coletiva com a verdade, a política e as instituições. O GT, assim, busca viabilizar olhar atento ao uso de sistemas algorítmicos na promoção de discursos polarizantes, no abalo da confiança no sistema eleitoral e na ameaça à estabilidade democrática. Nesse sentido, serão aceitos trabalhos que analisem a manipulação de dados, a disseminação de fake news e a influência algorítmica na participação política e na corrosão das instituições. Assim, o GT visa não apenas promover balanço crítico desses impactos, mas fomentar o debate sobre o enfrentamento desse cenário, propondo estratégias de resistência diante do seu patente risco à democracia contemporânea.
GT 4: Psicologia Política eleitoral, conservadorismos e polarizações..
COORDENADOR: Carlos Alberto Cinquegrana Junior.
Grupo de trabalho que se propõe a reunir estudos qualificados para a discussão das causas e, principalmente, dos efeitos sobre as dinâmicas eleitorais da cristalização das posições individuais e coletivas sobre os mais variados aspectos que regem o cotidiano social e a crescente intolerância ao contraditório, sob a ótica da psicologia política.
GT 5: Psicologia Política da violência e a luta de grupos minorizados.
COORDENADORAS: Lorena Pellegrini e Glória Gean.
O grupo de trabalho tem como objetivo reunir pesquisas e relatos de experiências de abordagem interseccional e interdisciplinar, que ofereçam contribuições da Psicologia Política para a leitura dos movimentos de luta de grupos minorizados e o enfrentamento da violência na contemporaneidade. Num diálogo entre a Psicologia Política e outras áreas do saber, o GT busca discutir temas como a xenofobia contra migrantes e imigrantes, o preconceito contra pessoas institucionalizadas em hospitais psiquiátricos, presídios e instituições de acolhimento, a violência de gênero, o racismo, e demais violações de direitos contra grupos minorizados. Para isso, é relevante que os trabalhos possam evidenciar as múltiplas violências e relações de poder que atravessam tais fenômenos, considerando a complexidade dos temas e contribuindo para o alargamento do debate em áreas correlatas à Psicologia Política.
GT 6: História e métodos em Psicologia Política.
COORDENADORES: Alessandro Soares da Silva e Maria Aparecida Cunha Malagrino Veiga.
Neste GT são aceitos trabalhos que discutam a produção histórica da Psicologia Política, seu capital social e cultural, assim como os antecedentes que possam ter sido parte de sua origem e desenvolvimento. No tocante aos aspectos metodológicos interessam discussões sobre metodologias para estudos de fenômenos políticos e sobre as teorias que os sustentam. Estudos psicobiográficos políticos, análises de conjuntura política ou de obras históricas, aplicações de métodos quantitativos e qualitativos, modelagens de dados são algumas das possibilidades de trabalhos aceitos.
GT 7: Memória Política, Violência e (des)informação nas Crises Democráticas Contemporâneas.
COORDENADORAS: Semíramis Chicareli e Sandra Ramos.
O objetivo deste GT é promover debates sobre como a (des)informação estrutural e a polarização afetam a construção de uma memória política crítica e a estabilidade das democracias. Esperamos trabalhos que abordem os mecanismos psicopolíticos da violência política contemporânea, as políticas de esquecimento, o revisionismo histórico e a manipulação dos afetos que são utilizados para desestabilizar o tecido social, assim como movimentos de resistência que atuam na defesa dos direitos humanos e para a construção de uma memória contra-hegemônica, com especial atenção ao contexto latino-americano. Buscamos, assim, contribuir para atualizar os debates da Psicologia Política, respondendo aos desafios impostos pelas tecnologias digitais de massa e pela nova extrema direita.
GT 8: Psicologia Política das Relações Internacionais.
COORDENADOR: Fernando Martini.
Este GT acolhe trabalhos que investiguem as relações entre a Psicologia Política e as Relações Internacionais, buscando compreender como processos psicológicos e relações entre indivíduos e grupos incidem sobre fenômenos da política internacional. O eixo parte de uma abordagem interdisciplinar orientada pela Psicologia Política, voltada à análise do papel da subjetividade humana e a forma como atravessam indivíduos, grupos e sociedades, buscando entender sua influência nas dinâmicas entre os Estados e nas relações internacionais.
O grupo contempla pesquisas que tratem de temas como os aspectos emocionais atinentes aos conflitos armados e às migrações, os processos psicológicos constitutivos da percepção de ameaça, bem como a influência de emoções, crenças, valores sobre a política internacional.
Também são de interesse trabalhos que analisem como análise de discursos de política internacional, o aspecto psicológico de processos decisórios de lideranças políticas, além de processos de disputa sobre narrativas, memórias e ideologias na conformação de identidades coletivas e da legitimação da política externa dos Estados. Desse modo, o GT busca reunir estudos que dialoguem com a percepção de que os fenômenos das Relações Internacionais também envolvem dimensões emocionais e processos subjetivos que podem ser melhor compreendidos à luz da Psicologia Política.
GT 9: Psicologia Política dos Direitos Humanos.
COORDENADORA: Urá Martins.
O GT tem como objetivo fomentar o debate sobre a Psicologia Política e os Direitos Humanos, utilizando a interseccionalidade para analisar as múltiplas opressões que incidem sobre fenômenos sociopolíticos. Serão aceitas pesquisas cuja temática esteja relacionada a grupos vulneráveis, desigualdades de gênero, políticas afirmativas, racismo, xenofobia, discriminações e outras violações de direitos humanos. Também serão aceitos estudos sobre a jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) nos casos envolvendo o Brasil, bem como a análise de sua repercussão, com ênfase na implementação de políticas públicas para a efetivação desses direitos. Nesse sentido, o GT pretende promover uma reflexão crítica sobre o papel da Psicologia Política em prol dos Direitos Humanos, a partir de uma ótica que considere os atravessamentos das opressões estruturais.
GT 10: Estudos Culturais Ambientais, Crise Climática e Transição para a Sustentabilidade.
COORDENADORES: Heloisa Tozato, Jéssica Campos e Marlécio Maknamara
Os Estudos Culturais Ambientais compreendem a crise climática como fenômeno ecológico, cultural e político, produzido por relações históricas de poder, desigualdades socioambientais e modelos de desenvolvimento que exploram territórios e sentidos. A partir dessa perspectiva, as diferentes formas de habitar o mundo são entendidas como processos situados, constituídos por relações de interdependência, pertencimento, vínculos, conflito e resistência, nos quais ambiente, cultura, conhecimento e justiça socioambiental se articulam na produção de alternativas à racionalidade dominante do desenvolvimento. Em diálogo com este campo de estudos, a Psicologia Política oferece instrumentos para compreender os processos de construção da consciência política, bem como os impactos psicossociais da crise civilizatória. Por conseguinte, este Grupo de Trabalho acolhe trabalhos que investigam provocações, posicionamentos e respostas rumo à transição para a sustentabilidade, fomentando e fortalecendo alternativas de futuro. Interessa compreender os processos de significação, participação, mobilização, decisão, pertencimento, resistência e governança ambiental, bem como impactos psicossociais das injustiças socioambientais. Como exemplo, serão bem-vindas contribuições sobre justiça climática, conflitos socioambientais, racismo ambiental, governança territorial, políticas públicas, juventudes, educação ambiental crítica, cidadania planetária, transição justa e pluralidade de saberes. O objetivo é fortalecer o diálogo interdisciplinar sobre os desafios colocados pelas mudanças climáticas, contribuindo para o fortalecimento de territórios democráticos e sustentáveis.
GT 11: Psicologia política do Discurso e da Comunicação.
COORDENADORA: Priscilla Pavan
O Grupo de Trabalho Psicologia Política do Discurso e da Comunicação tem como objetivo reunir pesquisas que investiguem as relações entre discurso, comunicação e política, considerando os processos de produção, circulação e recepção de sentidos na esfera pública. O GT acolhe estudos que analisem como discursos políticos, midiáticos e institucionais participam da construção de representações sociais, identidades coletivas, posicionamentos ideológicos e formas de mobilização social. São especialmente bem-vindas pesquisas fundamentadas na Psicologia Política, na Análise do Discurso e na Comunicação Política. Entre as temáticas correlacionadas destacam-se: comunicação política, campanhas eleitorais, mídia e democracia, discursos de poder, desinformação, polarização, memória política, movimentos sociais e disputas discursivas em ambientes digitais.
GT 12: Psicologia Política das Imigrações.
COORDENADORAS: Bárbara Cardoso da Costa Santos e Larissa Turco.
Este Grupo de Trabalho (GT) tem como objetivo promover debates sobre as interfaces entre Psicologia Política e imigração, considerando os desafios sociais, culturais e subjetivos envolvidos nos processos migratórios. Serão discutidas questões relacionadas à cidadania, direitos humanos, participação política, identidades e pertencimentos. O GT busca reunir pesquisadores(as), estudantes e profissionais interessados na compreensão crítica das experiências migratórias contemporâneas. Pretende-se fomentar o diálogo interdisciplinar e a troca de pesquisas e práticas. A coordenação do grupo estará voltada à construção de reflexões comprometidas com a justiça social e a diversidade.
09/12
LINKS SERÃO DISPONIBILIZADOS EM BREVE
09h-10h
Mesa de Abertura: A democracia na perspectiva da psicologia política
Marcelo Fantinato - Diretor da EACH USP
André Fontan Kohler - Coordenador do Estudos Culturais USP
Bárbara Cardoso da Costa Santos - USP
Urá Lobato Martins - UERJ e USP
10h20-12h
Conferência de Abertura:
Democracia em xeque: polarizações e violências políticas na era da (des)informação.
Conferencista: Pablo Ortellado - USP
Mediador: Pedro Daniel Ferreira - UPorto
GTs 14h
19h-21h
Mesa 1: 09/12
Comportamento eleitoral, emoções e desinformação.
Marcio Moretto Ribeiro - USP
Silvina Brussino - UNC - Argentina
Rubens Vidigal Coriolano - ITA
Luiz Henrique Romagnoli - Toda Onda Inteligência de Conteúdo
Mediador: Marcel Di Angelo USP
19h-21h
Mesa 2: 09/12
Relações Internacionais, novos imperialismos e discursos políticos.
Priscilla Pavan - USP
Gabriel Perdigão - PSOL
Rossana Rocha Reis - USP
Felipe Côrrea Pedro - MACKENZIE
Mediação: Fernando Martini UFRGS
19h-21h
Mesa 3: 09/12
Conflitos armados, extremismos políticos e banalização da violência.
Lívio Rocha - Polícia Civil SSP-SP
Domênico Uhng Hur - UFG
Juan David Villa Gomez - Externado - Colombia
Mediação - Semiramis Chicareli USP
10/12
09h-11h
Mesa 4: 10/12
O impacto da pauta dos costumes no comportamento eleitoral.
Telma Regina de Paula Souza - USP
Salvador Sandoval - PUCSP
Antonio Euzébios Filho - USP
Mediação: Carlos Alberto Cinquegrana Junior USP
GTs 14h
19h-21h
Mesa 5: 10/12
Fundamentalismo religioso e a erosão da democracia.
Bruna Suruagy do Amaral Dantas - MACKENZIE
Arlene Clemesha - USP
Miriam Debieux Rosa- USP
Thomás Josué - UNIPAMPA
Mediadora: Bruna Gomes USP
19h-21h
Mesa 6: 10/12
Democracia, justiça e segurança pública.
Juliana Teixeira - Fórum de Segurança Pública
Eduardo Quadroti - Ministério da Justiça
Bruno Paes Manso - NEV
Jacqueline Muniz - UFF
Mediador: Urá Martins - UERJ e USP
11/12
09h-11h
Mesa 7: 11/12
Educação e Consciência Política em tempos de Conservadorismo
Marilene Proença - USP
Maria da Glória Gohn - UNICAMP
Kimi Tomizaki - USP
Graziela Serroni Perosa - USP
Mediador: Alessandro Soares da Silva USP
09h-11h
Mesa 8: 11/12
Emoções na Tomada de Decisão Política em Contexto de Crise
Cecília Pescatore - PUCSP
Julia Clasen Rocha - UFPel USP
Eduardo de Lima Caldas - USP
Renato Barboza - ISAÚDE
Mediador: Samuel Cabanha - UNIOESTE FOZ)
GTs 14h
19h-21h
Conferência de Encerramento:
Violências Políticas e Desinformação em Tempos de Inteligência Artificial
Conferencista: Jorge Machado - USP
Mediador: Richard Miskolci - UNIFESP




